sábado, 19 de abril de 2008

Consciência


"Não viemos à Terra para julgar, nem para prender ou condenar, viemos para olhar e depois contar. Não somos juízes, não somos promotores, somos jornalistas, somos testemunhas do nosso tempo, uma testemunha crítica, não necessariamente de oposição, mas implacavelmente crítica." Por Zuenir Ventura.

Acho que isso deveria ficar bem claro à população, e principalmente à imprensa, sobre a cobertura de casos, como o assassinato da menina Isabella. É uma pena, presenciar em noticiários de telejornais e manchetes de jornais e revistas, o pré-julgamento feito ao acusar o pais e a madrasta da menina.

O resultado da perícia parece ser o determinante para colocá-los na cadeia, então tudo bem, mas por que não checar outras possibilidades, não com a intenção de inocentá-los, mas de uma apuração anterior ao ato.

Digo, o que poderia ter motivado tudo isso? Afinal, quem já assitiu "A vida de David Gayle" pode ter uma noção do que estou falando! Enganos acontecem, apesar de tudo ir para um lado, não custa nada espiar para o outro, não é?!

2 comentários:

Anônimo disse...
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Vanessa Libório disse...

Perguntei a um grande jornalista sobre o que achava da cobertura do caso na imprensa e ele disse o seguinte:"O próprio ocorrido é um espetáculo e por isso torna mais fácil fazer sensacionalismo!" Eu complemento dizendo que o show é tão grande que 50% do que é noticiado não é notícia e sim "bafafá".... E enquanto isso o samba do criolo doido rola em Brasília, o MST acampa em praças centrais, pai abusa das três filhas e da mulher no interior e Minas e os holofotes só nos dizem os nomes dos protagonistas do momento: "Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá!" Ai ai...