sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Adiós ao fútbol? No!



- Ele vai voltar.
- Não foi a primeira vez, ele consegue... ele vai conseguir.
- Mais uma vez, vai dar a volta por cima.
- Nós estamos torcendo pela sua melhora rápida, como sempre torcemos.

Concordo com as frases acima. Sei, que 31 anos e uma segunda ruptura no tendão do joelho vão dificultar um retorno aos gramados. Mas acredito nele, e o mais importante: ele, nele próprio. É a força de vontade do nosso eterno camisa 9.

Como diz a música: "Veja. Não diga que a canção está perdida. Tenha fé em Deus, tenha fé na vida. Tente outra vez". É o que todos queremos, que ele tente de novo, mesmo que não seja com a camisa canarinho. Algumas pessoas podem discordar, mas no fundo, esse sentimento não muda.

Digo isso, porque ele é um dos melhores jogadores que já vi - se não o melhor. Seria um prazer vê-lo atuar pelo Flamengo - boatos sobre onde encerrará a carreira -, mas ainda não é a hora. Ele ainda tem muito futebol pela frente, afinal não é à toa que foi apelidado de "Fenômeno". O cara é goleador.

Nem preciso falar sobre as alegrias que ele nos trouxe. Não estou falando dos título mundiais ou das escolhas para melhor do mundo, mas sim, sobre 2000. Ano em que todos diziam que ele não iria voltar a jogar, após a cirurgia no joelho direito. Mas, o resultado foi o contrário do que todos esperavam. Esse ano, a história se repete.

A operação foi considerada um sucesso, mas segundo os médicos que realizaram a cirurgia, Ronaldo só poderá se exercitar daqui há nove meses. Paciência! Quem perde somo nós, mas, vamos esperar... e encerrar o post com uma mensagem de força: "Queira. Basta ser sincero e desejar profundo. Você será capaz de sacudir o mundo, vai. Tente outra vez!"

É, entre as dores e as glórias, eu escolho as glórias... Tenta outra vez, Ronaldo!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A melhor do ano!


A foto de um soldado americano não identificado descansando em um bunker em Korengal Valley, no Afeganistão, foi considerada a foto de 2007 pela 'World Press Photo'. A imagem foi feita pelo fotógrafo Tim Hetherington em 16 de setembro do ano passado.

“A imagem mostra a exaustão de um homem, e a exaustão de uma nação”, afirmou o jurado Gary Knight. “É a imagem de um homem no fim da linha”, completou.

Fonte: G1

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Abriram a porteira

"O uso de cartões corporativos por servidores públicos federais revela gastos que em vários casos fogem do previsto na legislação. Entregues a motoristas ou servidores não qualificados para ordenar despesas, o cartão é usado, na maioria dos gastos em todas as pastas, com material de construção, ferragens, supermercado, material elétrico, além estabelecimentos que fornecem produtos ou serviços pessoais, como drogaria, lavanderia e até lojas de revelação. Há faturas em nome de lojas de enxoval, copa e material de casa.

O descontrole na distribuição dos cartões e nos gastos joga por terra a proposta de usar esse instrumento para custear gastos emergenciais e em viagens. É o caso de um pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas, loja especializada em material de lazer, como mesas de sinuca, tênis de mesa e totó feito pelo Ministério das Comunicações, em 4 de maio de 2007. Esse gasto foi feito pelo servidor Francisco R.M. Silva, lotado na Coordenação Geral de Recursos Logísticos.

O escritório da Funai em Governador Valadares (MG) gastou com o cartão corporativo R$ 70.020 em 2007, quase tudo em saque de dinheiro vivo por motoristas, auxiliares de ensino e assistentes administrativos.A servidora Oswaldina Salomão Ferraz Rocha foi uma das portadoras de um dos cartões e fez vários saques em dinheiro, num total de R$ 6.400 em 2007.

Outra colega dela na Funai, a auxiliar de ensino Eliete Oliveira Xavier, gastou R$ 17.020,80, sendo R$ 15.746 mil em saque direto no caixa.O escândalo dos cartões já derrubou a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, e agora aponta para o Planalto.

Está em articulação uma CPI para investigar, entre outras possibilidades de abuso, o gasto de R$ 55 mil por um segurança da filha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lurian Cordeiro da Silva."

Por Gustavo Paul, Maria Lima, Demétrio Weber e Gerson Camarotti - O Globo

Anedotas à parte



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que houve “alarde” na divulgação do aumento do desmatamento na Amazônia, na semana passada. Recorrendo a uma metáfora médica, ele disse que a devastação foi abordada como um "tumorzinho" que, antes do diagnóstico, foi tratado como "câncer". A declaração foi feita em Brasília. Mais tarde, em visita a São Paulo, ele buscou outra analogia: "É como se você tivesse uma coceira e achasse que é uma doença mais grave." Anedotas à parte... eis o nosso presidente!