Menina, de 6 anos, é encontrada morta na entrada da área de um prédio; tudo indica que ela teria sido jogada de seu apartamento. No hospital, ao verificar o corpo da menina, médicos encontraram marcas de agressões físicas que teriam sido feitas antes da queda. Exames da perícia comprovaram o fato e confirmam a possibilidade de que ela teria sido assassinada.
Aposto que ao ler o texto acima, muitas pessoas lembram de Isabella Nardoni, de São Paulo, não é? Pois então, saibam que eu me referia ao caso da menina Jéssica Begot, ocorrido em 2003, no Edifício Luanda I, em Belém, em circustâncias idênticas ao de Isabella, mas com algumas importantes diferenças, o caso não ganhou repercussão nacional, e mesmo passados cinco anos, ninguém foi indiciado ou julgado.
Aí você pensa na força que mídia tem, a ponto de comover todo o país e mobilizar toda a força necessária. No começo da semana, foi anunciada a ida do diretor do Instituto de Criminalística do Pará, Vamilton Albuquerque e da perita criminal Edna Mendes Pereira, para auxiliar na reconstituição do crime de SP.
Porque não se vê todo esse trabalho pela menina paraense? Será que o Vamilton não conhece o caso da menina Jéssica; e a polícia, por que parou as investigações? Ah... deve ser, porque estão assistindo o caso de Isabella na televisão. (Quem não está, não é?)
sábado, 26 de abril de 2008
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