O Governo Ana Júlia nunca vai conseguir se erguer. A atual gestão está abalada com tanta denúncia e publicidade negativa local e nacional.
A matéria do jornalista João Carlos Magalhães, da Agência Folha (Folha de S. Paulo), informa que de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, no Pará, 30 dos 143 municípios não tem médicos, isso representa 21% do Estado. São números alarmantes
A matéria diz ainda que, apenas uma em cada três mulheres paraenses que usam o Sistema Único de Saúde (SUS) tem durante a gravidez acompanhamento preventivo, como pré-natal, o que poderia impedir que doenças de solução simples, como infecções urinárias, acabassem complicando a gestação.
Problemática - O déficit de médicos não se deve à falta de dinheiro para pagar seus salários, mas à falta de vontade dos profissionais em morarem em pequenos municípios que muitas vezes estão isolados em lugares remotos da floresta amazônica. Tem casos de prefeitos oferecendo salários de R$ 20 mil.
Conta Baixa - Dados do Ministério da Saúde indicam que o Saúde da Família alcança apenas 33,6% da população paraense --hoje, em torno de 7 milhões de pessoas. De janeiro a junho deste ano, a pasta já gastou R$ 25,5 milhões com as equipes do programa no Estado.
Sinceramente, a única explicação que eu vejo, é devio de verbas, mas isso, desde do governo Jader Barbalho. Não adianta falar que é recente, que não é. (ou melhor também.) A pilantragem não diminuiu e a consequência de empregar concursados sem qualificação para tratar da saúde está cada vez mais evidente.
Vocês acreditam que uma amiga presenciou uma funcionária da Fundação Santa Casa de Misericórdia, fazendo soro na via nasal de uma criança, quando deveria ser na veia do braço. Pelo amor de Deus, é muito despreparo! O pior, é que esse não é um caso isolado. Que o diga, as famílias que perdem seus filhos, na UTI Neonatal do hospital, diariamente.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
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Um comentário:
O pior é que o Pará já está com a cara da Ana Júlia Carepa: deformado e cheio de remendos da pior qualidade (ela, por excesso de plástica; o Pará, por descaso mesmo).
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