
Segundo um levantamento do G1, desde 2003, pelo menos 95 políticos foram presos pela Polícia Federal em operações ou ações isoladas. Dos detidos, 60 estavam no exercício do mandato quando foram presos. Atualmente, a maioria está livre.
Muitos outros políticos estiveram na mira na PF durante as investigações que culminaram nas operações. Mas o foro privilegiado, no caso dos deputados federais, por exemplo, impediu diversas prisões.
Os membros do Congresso (senadores e deputados federais) só podem ser presos em flagrante de crime inafiançável (tortura, tráfico de drogas, terrorismo e todos os crimes definidos como hediondos, como homicídio, latrocínio, estupro, entre outros).
É por isso que, em parte, concordo com o professor de filosofia política e ética da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Roberto Romano. Ele diz que deputados ou senadores deveriam ser impossibilitados de ter este privilégio, pois essa atitude, não é própria de um regime democrático, mas sim de um regime oligárquico ou aristocrático.
Na seção da “Carta ao leitor” da revista Veja, do dia 13 de junho, foi publicado um editorial que exaltava as operações da PF, mas explicava que a tarefa de quebrar a espinha dorsal da corrupção não podia ser limitada aos seus agentes.
A revista falou ainda que para melhorar a situação do Brasil é preciso que às investigações da polícia se sigam de ações judiciais e de promotoria feitas com igual ímpeto e obstinação. Dessa forma, quem sabe, não sejam presos menos suspeitos e mais culpados sejam condenados.
O nosso popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que as investigações sobre corrupção no Brasil realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público 'doem' nos suspeitos, mas que o julgamento separa 'quem é culpado de quem é inocente'. Será verdade, companheiro?
Muitos outros políticos estiveram na mira na PF durante as investigações que culminaram nas operações. Mas o foro privilegiado, no caso dos deputados federais, por exemplo, impediu diversas prisões.
Os membros do Congresso (senadores e deputados federais) só podem ser presos em flagrante de crime inafiançável (tortura, tráfico de drogas, terrorismo e todos os crimes definidos como hediondos, como homicídio, latrocínio, estupro, entre outros).
É por isso que, em parte, concordo com o professor de filosofia política e ética da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Roberto Romano. Ele diz que deputados ou senadores deveriam ser impossibilitados de ter este privilégio, pois essa atitude, não é própria de um regime democrático, mas sim de um regime oligárquico ou aristocrático.
Na seção da “Carta ao leitor” da revista Veja, do dia 13 de junho, foi publicado um editorial que exaltava as operações da PF, mas explicava que a tarefa de quebrar a espinha dorsal da corrupção não podia ser limitada aos seus agentes.
A revista falou ainda que para melhorar a situação do Brasil é preciso que às investigações da polícia se sigam de ações judiciais e de promotoria feitas com igual ímpeto e obstinação. Dessa forma, quem sabe, não sejam presos menos suspeitos e mais culpados sejam condenados.
O nosso popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que as investigações sobre corrupção no Brasil realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público 'doem' nos suspeitos, mas que o julgamento separa 'quem é culpado de quem é inocente'. Será verdade, companheiro?
2 comentários:
É incrível! MAs quanto mais eu conehço de política, menos quero conhecer. De duas uma, ou somos muito ingênuos ou subestimam nossa inteligência.
Que coisa! Sabe a dona Murrieta, aquela que tem probelmas mentais e sem querer roubou 3 milhões. POis é, ela deve tá na casa dela dormindo, depois do habeas corpus. E eu?! Eu, recém-fromada em jornalismo, estou trabalhando, não tenho nem final de semana para sair com meu namorado.
Aff...
Veja bem seu Lula, seba o que realmente doí?! O salário no final do mês, a falata de consideração de vocês e as minhas costas, em passar tanto tempo sentada escrevendo.
BeijUS pro Cherry :*
ae brito,
levanto meu copo para essa tua iniciativa
e sim, como sua antiga chefe disse, blogs melhoram a escrita!
bráço
stefano
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