
Mostrarei aqui mais uma entrevista interessante, no melhor estilo "nonsense" . Os créditos são para o blog A Nova Corja, que tiveram a ousadia e a irreverente oportunidade de entrar na mente sã do jornalista inimigo nº 1 do nosso tímido Presidente Lula, Diogo Mainardi.
Diogo Mainardi passou despertar ódio e maior atenção a partir dos ataques desferidos contra Lula e as maracutaias petistas, através de sua coluna na Revista Veja, mantida desde 1999.
Todos o acusavam de direitista maluco. Calaram-se - ou, pelo menos, perderam a credibilidade - depois que a crise política de 2005 mostrou que Mainardi estava certo em boa parte de suas críticas.
Mainardi não conseguiu derrubar Lula, mas contribuiu bastante para desmontar a ilusão petista. Já é muito. Temos que agradecer. Mas, atenção! Não afirmo que ele seja um herói, ou mereça o prêmio ESSO, apenas aprecio a sua forma contrária aos rumos que a sociedade está tomando, mesmo que seja com arrogância e ironia, fica à mostra um elaborado esforço da massa cinzenta...
A Nova Corja: É verdade que você desmaiou depois de presenciar uma cena repugnante durante um jantar na casa de Danuza Leão? O que realmente aconteceu?
A Nova Corja: É verdade que você desmaiou depois de presenciar uma cena repugnante durante um jantar na casa de Danuza Leão? O que realmente aconteceu?
Mainardi: Repugnante? Como ousa? Foi uma cena épica. Há testemunhas. Danuza escorregou e caiu no chão. Na queda, luxou o cotovelo. Já sofri mais de dez luxações fazendo esporte. Dói para burro. Quando vi o braço desconjuntado da Danuza, minha pressão arterial zerou. Como uma mocinha, desmaiei no elevador. Segundo minha mulher, soltei também um gemido, mas desconfio que seja mentira dela só para me envergonhar. O fato é que tento roubar a cena até mesmo no acidente dos outros.
A Nova Corja: Você enfrenta mais de oitenta processos individuais num tribunal do Acre por ter dito em maio, durante o programa Manhattan Connection, que o Estado não vale um pangaré. Você não superestimou o valor do pangaré?
A Nova Corja: Você enfrenta mais de oitenta processos individuais num tribunal do Acre por ter dito em maio, durante o programa Manhattan Connection, que o Estado não vale um pangaré. Você não superestimou o valor do pangaré?
Mainardi: Consultando o site do tribunal do Acre, descobri que, na verdade, enfrento cento e quarenta processos. Eu nem sabia que o Acre tinha internet.
A Nova Corja: A crise moral dos políticos brasileiros não seria o ápice do regime representativo do país? A demência comportamental do Executivo, Legislativo e Judiciário não reflete o caráter geral do brasileiro?
Mainardi: Pergunto-me apenas se é o ápice. No caso do Brasil, sempre dá para piorar.
A Nova Corja: A herança patrimonialista do Brasil não está mais enraizada do que se percebe quando essa reverência que os políticos acreditam merecer fica latente com a leniência da sociedade em relação a todas as denúncias de corrupção, não só as do PT, mas de toda a classe política?
Mainardi: Fiz quatro romances. O tema de todos eles é a servidão voluntária. Não conheço nada mais autenticamente brasileiro - e genuinamente cômico - do que isso.
A Nova Corja: A crise moral dos políticos brasileiros não seria o ápice do regime representativo do país? A demência comportamental do Executivo, Legislativo e Judiciário não reflete o caráter geral do brasileiro?
Mainardi: Pergunto-me apenas se é o ápice. No caso do Brasil, sempre dá para piorar.
A Nova Corja: A herança patrimonialista do Brasil não está mais enraizada do que se percebe quando essa reverência que os políticos acreditam merecer fica latente com a leniência da sociedade em relação a todas as denúncias de corrupção, não só as do PT, mas de toda a classe política?
Mainardi: Fiz quatro romances. O tema de todos eles é a servidão voluntária. Não conheço nada mais autenticamente brasileiro - e genuinamente cômico - do que isso.
A Nova Corja: Gostam de te chamar de parajornalista, mas como você costuma deixar claro, as informações publicadas na sua coluna estão à disposição do público. Sem entrar na questão do fetiche do diploma, o que você faz é o trabalho básico de um repórter, que aprofunda as informações ao invés de copiar e colar as notícias das agências. O verdadeiro parajornalismo não seria o praticado nas redações brasileiras?
Mainardi: Já não posso mais me vangloriar de ser um parajornalista. Estou meio institucionalizado. Quando percebi que os oposicionistas não tinham a menor intenção de derrubar Lula, passei a buscar notícias por conta própria. E encontrei um montão. Agora mesmo estou fuçando a vida de uns publicitários que trabalham para o governo. Não sou repórter. Não sei fazer reportagem. Mas a notoriedade da coluna abriu muitas portas.
A Nova Corja: Severino Cavalcanti (PP/ PE) foi derrubado uma semana depois de ofender o jornalista e deputado Fernando Gabeira (PV/ RJ) com documentos e investigações prontas. Em uma entrevista que deu quando assumiu a presidência da Câmara, Severino disse que "parte dos deputados recebiam por fora" para votar a favor do governo. Em maio de 2005, o mensalão veio à tona. Fica difícil crer que os setoristas de Brasília descubram essas informações às vésperas da publicação. Você mesmo cansou de publicar denúncias que mais tarde foram confirmadas por outros veículos. O que acontece? A mídia brasileira tem uma agenda secreta?
Mainardi: A agenda nem é tão secreta assim. Estou sendo processado por inúmeros jornalistas. Eles se sentem caluniados porque revelo para quem eles trabalham. Só jornalistas maricas processam outros jornalistas. Um jornalista que se preze responde a um artigo com outro artigo.
A Nova Corja: Por que a Veja não assume a preferência por um determinado candidato ou partido - como é comum na imprensa americana, cujo modelo jornalístico a revista segue - e que tem acontecido em publicações brasileiras como o Estado de S. Paulo e a Carta Capital?
Mainardi: Eu assumi minha preferência: derrubar Lula. Em primeiro lugar, com o impeachment. Como não deu certo, voto em Alckmin.
Um comentário:
pretooo!!!
não li oq escrevestes pq to trabalhando...
mas prometo ler depois!
mas com certeza eh contra o lula, e eu não sei até que ponto o presidente é um mal administrador!
ele eh ruim pra quem?! pro agricultor?! pro pequeno empresário?! pro grande empresário?! pro fazendeiro?! para aquele que não tem terra?! pro consumidor?! lembrando que todos, independente da razão social ou do trabalho que tem, são consumidores!
não sou petista, mas será que o presidente lula sempre erra em tudo?! ou será que ele age muito com o coração e a razão, ao invés de usar a inteligencia?! até que ponto isso eh bom ou ruim?!
enfim! só oq posso falar eh: eu não concordo e nem discordo... muito pelo contrario!!!
beijão meu pretooo.. passei aqui soh pra deixar um beijo mesmooo..!
=***
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